SBCC recebe visita de diretores executivos do ICCCS

By July 20, 2015 ISCCBRAZIL2016 No Comments
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Uma agenda intensa marcou a visita de dois membros da Diretoria Executiva do ICCCS à SBCC, organizada entre os dias 18 e 23 de junho. Tendo como objetivo principal o debate visando complementar o planejamento estratégico da federação para os próximos anos, a presença dos diretores executivos, os holandeses Frans Saurwalt e Koos Agricola, também visou acompanhar os preparativos para a realização do ISCC BRAZIL 2016 e ainda possibilitou a realização de dois workshops técnicos internacionais.

“Assim como a SBCC, que procura trilhar novos caminhos, o ICCCS está se revitalizando, buscando acompanhar as mudanças que estão ocorrendo no mundo para definir as linhas de sua atuação daqui para frente. No ano passado foi eleita uma diretoria executiva que está empenhada em apresentar e colocar em votação na reunião anual da federação, marcada para outubro deste ano, o resultado deste trabalho”, explica Heloisa Meirelles, Delegada Internacional da SBCC.

Desta forma, a contribuição das Américas foi discutida em reunião na manhã do dia 19 envolvendo os diretores executivos do ICCCS e a diretoria da SBCC, acompanhada por Skype, por Roberta Burrows, diretora executiva do IEST Contamination Control Institute (Institute of Environmental Sciences and Technology), entidade norte-americana de controle da contaminação.

Os trabalhos foram iniciados com as boas-vindas dadas pelo presidente e o vice-presidente da ABRAVA, Wadi Tadeu Neaime e Arnaldo Basile Jr., respectivamente. No mesmo dia, na parte da tarde, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho de produção de conhecimento científico realizado pela SBCC, com a apresentação dos coordenadores dos grupos de trabalho da entidade, que indicaram o que está sendo feito por cada um dos 10 GT´s e 2 CE´s.

Um encontro com representantes do setor do controle da contaminação da América Latina ocupou a manhã do sábado, dia 20. Após a fala de acolhimento do presidente do Sindratar-SP, Carlos Eduardo Trombini, que fez uma breve explanação sobre o status da indústria do HVAC no Brasil, os presentes comentaram os esforços necessários para ampliar a presença de profissionais dos demais países da América Latina no ISCC BRAZIL 2016. Participaram representantes da comissão técnica da SBCC que são da América Latina (Chile e Argentina), além de Eliane Bennett, Conselheira Consultiva da SBCC, do biólogo Sergio Miguel, da Morgue Judicial da Corte Suprema de Justiça da Argentina (por Skype) e de profissionais das empresas Dupont, Camfil, Sterilex, Trox e Veco.

Em sua passagem pelo Brasil, Frans Saurwalt e Koos Agricola puderem, ainda, conhecer a estrutura de hotéis disponível para abrigar os participantes do ISCC BRAZIL 2016 e o Centro de Convenções Rebouças, local do evento. No domingo, dia 21, visitaram os principais pontos turísticos da cidade de São Paulo, acompanhados pelo São Paulo Convention & Visitors Bureau.

Participação em dois workshops

A presença dos especialistas no Brasil também permitiu a SBCC atuar alinhada à sua principal missão: disseminar o conhecimento. Dessa forma, os profissionais, em apoio ao ISCC BRAZIL 2016, realizaram dois workshops. O primeiro, no auditório do Sindusfarma e com o apoio deste importante parceiro, abordou os “Aspectos Relevantes sobre Salas Limpas em Indústrias Farmacêuticas” e foi acompanhado por 40 pessoas. Já no dia 23, o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, grande apoiador cooperativo do ISCC BRAZIL 2016 e de várias iniciativas da SBCC, foi o local de realização do workshop “Controle de Contaminação em Salas Cirúrgicas”, que atraiu um público de 120 pessoas.

Frans Saurwalt, que também é Gerente Técnico da Unidade de Negócios de Controle de Contaminação da empresa Krapman, afirma que a visita foi muito positiva e serviu para entender melhor a realidade brasileira e a forma de atuação da SBCC, que considerou “muito dinâmica”. A percepção de Koos Agricola, Engenheiro de Processos da Océ Technology e da Universidade de Twente, ao final de sua visita, é a de que o País conta com muito conhecimento sobre o controle da contaminação, estando atualizado com as principais discussões que ocorrem em nível mundial, e que há ainda um “grande potencial de aplicação prático ainda não explorado, mas mais por falta de oportunidades e recursos do que por desconhecimento”.